ferramentas

durante uns dias andei a organizar todo o equipamento que andava espalhada em diversas prateleiras. consegui agrupar as slr todas numa prateleira e o resultado é este. é incrível a quantidade de máquinas que vamos acumulando mas estas têm todas filme carregado (excepto a d200…) e estão a uso.
estão aqui seis nikon e uma canon, apenas uma máquina digital e uma gama baixa, de resto são seis máquinas profissionais ou de gama alta e cinco máquinas de filme. estatísticas apenas. redundantes duas: a f5 e a f100, são do mesmo ano, da mesma linha, uma é profissional a outra a semi-profissional. o resto são evoluções. dos ’80 temos uma, a f3, dos ’90 cinco, a f601, a f4, a f100, a f5 e a eos 1n, dos anos ’00 temos a d200.

com excepção da f601 e da d200 todas as máquinas foram compradas em 2ª mão, através do ebay ou de lojas em portugal (a f100). a utilização de máquinas tão diversas coloca problemas ao nível de compatibilidade de lentes, a f3, a f601 e a f4 não aceitam as lentes mais recentes da nikon e obrigam-me a manter lentes dos anos ’90 mas desde que a lente tenha qualidade não vejo razão para a troca; a f100, a f5 e a d200 aceitam todas as lentes mais recentes. a canon como é óbvio só aceita lentes canon (e nikon através de um adaptador mas não é prático usar as lentes assim) e já tenho duas: uma 28mm e uma 50mm.
apesar de serem ferramentas gosto de manter as máquinas em bom estado e mesmo com o uso contínuo estas estão impecáveis.
de todas tenho algumas favoritas e a f3, f4 e f5 são as minhas três escolhas logo à partida, a f3 pela portabilidade, a f4 e a f5 porque são verdadeiros tanques de guerra à prova de tudo e porque apesar dos passar dos anos continuam a entregar resultados fora de série, a medição da f5 é state-of-the-art ainda hoje, o autofoco bate o da d200 facilmente e com um bom filme carregado o limite é a criatividade de cada um.
enfim, ferramentas, não podemos viver sem elas, certo?